terça-feira, 10 de novembro de 2009
Semana passada fui assistir ao filme do Michael Jackson. Nunca fui fããããã do cara, mas sempre gostei das músicas, do ritmo e do incrível artista que ele era. Mas depois do filme, acho que virei fããããã mesmo. MJ era simplesmente fantástico. Um artista mais do que completo. Participava de cada mínimo detalhe de tudo, sabia cada arranjo de cada música, de toda a sua carreira. Fora a humildade. Com todo o glamour, fama, dinheiro, continuou um cara simples, que tratava todo mundo da mesma maneira. Era algo impressionante mesmo. Tem muito "artista" aqui no Brasil que deveria assistir ao filme. "Artista que não faz arte". Esse termo hoje no Brasil virou comum. A pessoa põe uma micro saia, numa bunda 3 vezes maior (o mesmo que colocar São Paulo dentro de Jundiaí), daí sobe num palco dançando ao som de "Créu, créu, créu" e pronto. Virou artista. Ou então tem a 4ª série do Ensino Fundamental, mal sabe ler, põe a cara na TV, fala meia dúzia de coisas que só quem tem igual formação escolar acha graça, e pronto. Mais um artista para o TV FAMA entrevistar. Mas voltando ao filme... O que seria a turnê "This is it"? Um verdadeiro ESPETÁCULO, literalmente. A inovação e tecnologia que seriam usadas, junto com a genialidade de MJ, seria algo jamais visto! No final do filme, a plateia saiu do cinema aos aplausos, e me rendi a isso também. Se as pessoas, ao invés de dar atenção ao "bizarro" MJ (nunca concordei com essa denominação), tivessem dado o devido valor ao incrível SHOW MEN que ele era, talvez ele pudesse estar aqui nesse mundo ainda. E esse mundo teria o privilégio de assitir ao KING OF POP (realmente não era à toa esse apelido). Uma pena a música ter perdido um artista do gabarito dele. Uma pena mesmo!
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