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Karl Marx e Sigmund Freud, Adolf Hitler e Napoleão Bonaparte, Jesus Cristo e Sidarta Gautama. Não há dúvidas de que tais encontros, se tivessem acontecido, mudariam a face da História Ocidental.
Mas, em minha modesta opinião, o encontro que realmente traria profundas alterações no modus operandi das nações seria entre Hugo Chávez e Glorinha Kalil. Respectivamente, a rainha dos chics e o rei (perdón!) dos ogros.
Numa pequena licença poética, o diálogo se daria assim:
Hugo Chávez: A senhora pode fazer algo por minha imagem?
Glória Kalil: Sim. Porém, no caso do senhor, é preciso começar não pelas suas roupas, ridículas aliás, mas antes pelo seu comportamento em público.
HC: A senhora está se referindo ao episódio com aquele rei cabrón?
GK: Pois é, fazer o rei mandá-lo calar a boca pode querer dizer que houve exageros de sua parte. Aliás, deixar os outros falarem, não cuspir enquanto diz algo e parar de andar com essa miniconstituição na mão são básicos para a civilidade.
HC: Miniconstituição na mão? Qual o problema?
GK: O senhor anda de farda vermelha. Com um livrinho na mão, fica parecendo um flamingo evangélico. E, olha essa sua boina...
HC: O que tem a minha boina?
GK: Ela o deixa com a cara do Jerry Lewis em O Palhaço do Batalhão.
HC: Mas é um presente de El Comandante...
GK: Essa sua mania de querer ser Fidel é tão brega...
HC: Ah, por que no te callas?!
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